II Fórum de Sustentabilidade apresenta projetos em sinergia com os ODS

No dia 09 de março acontece, em São Paulo, o II Fórum de Sustentabilidade, que terá exposição de cases, projetos e APPs certificados pelo Programa Benchmarking e alinhados com a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Nesta edição, o encontro irá abordar como tema central “Inovações, reflexões e práticas de excelência em Resíduos e Emissões” e seu impacto e alinhamento com os ODS 9, 11, 12, 13 e 17. À frente das discussões estarão Francisco Bianzini Filho, diretor da Rede Resíduo e também Conselheiro da Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (ABRAPS) e do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste; e Edesio Brancatti Rocca, especialista em Serviços Técnicos e Tecnológicos do SENAI SP e pós-graduado em Gestão Ambiental Empresarial.

Ao longo do ano, diversos outros fóruns serão promovidos (confira a programação completa). Em abril, por exemplo, o foco será em “Energia e Recursos Hídricos” e, em maio, “Emissões e Proteção e Conservação”.

Para participar do II Fórum, os interessados devem fazer a sua inscrição, gratuita, pelo site (clique aqui). O evento será realizado no Auditório do Senai SP (Alameda Barão de Limeira 539, Santa Cecilia, São Paulo), das 9h às 12h. O encontro contará também com transmissão ao vivo pela página do Facebook do Instituto Mais. Outras informações pelos telefones: (11) 3729-9005 e 3257-9660.

 

Seleção

 

Os projetos que serão apresentados nos fóruns foram certificados pelo Programa Benchmarking Brasil, um selo de sustentabilidade que já certificou mais de 350 cases de boas práticas de sustentabilidade com a colaboração voluntária de aproximadamente 200 especialistas de 21 diferentes países em seus 15 anos de existência.

O processo seletivo para este ano está com inscrições abertas até o dia 31 de março e é exclusivo para pessoas jurídicas (veja regulamento).

Entre os critérios de avaliação estão questões como: capacidade técnica da equipe, sua multidisciplinaridade e interfaces; qualidade de formatação e desempenho na implementação do projeto; capacidade de mobilização; potencial de interferência da iniciativa com a política socioambiental da instituição definindo posicionamentos, comprometimentos e investimentos futuros nesta e/ou outras iniciativas; resultados conquistados (indicadores quantitativos e qualitativos); e potencial de replicabilidade do case.

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