Congresso GIFE 2016 reúne mais de 800 pessoas em São Paulo para debater o sentido público do investimento social privado

Confiança, escuta ativa, inclusão do outro, transparência. Muito mais do que apenas palavras, um verdadeiro convite à uma nova postura, novo posicionamento, nova ação para a construção de um Brasil. Foi esse movimento que marcou o  9º Congresso GIFE, promovido em São Paulo, de 30 de março a 01 de abril.

Mais de 800 pessoas – entre empresários, investidores sociais, consultores, especialistas, pesquisadores, representantes de organizações não-governamentais, gestores públicos e demais interessados – tiveram a oportunidade de participar de cerca de 100 atividades promovidas durante o Congresso, tanto na programação oficial, quanto na aberta, além das realizadas ao longo da Semana do Investimento Social, iniciativa que levou pela primeira vez as discussões tratadas no evento para diversas cidades do país por meio de ações realizadas por parceiros.

O tema central do Congresso – “o sentido público do investimento social privado” – foi o norte de debates, painéis, oficinas, atividades em grupo e conferências – e trouxeram para o centro da discussão as oportunidades e os desafios nas relações entre ISP, governos e sociedade civil.

“O congresso é um espaço de diálogo e construção de visões. E, neste ano, o tema central reafirma a necessidade de pensarmos o investimento social privado a partir da sua capacidade de contribuir para a construção do bem comum”, disse logo na abertura do evento Beatriz Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Governança do GIFE.

A escolha pelo tema não foi por acaso, como lembrou Andre, secretário-geral do GIFE, também no início do Congresso. “Debater sobre a relação público-privada é algo crítico e que precisava ser suscitado para que articulações possam ser reconstruídas de maneira ética, transparente e eficaz. Precisamos construir um debate para encarar isso, a fim de que esse campo não se desconecte das grandes demandas e desafios que estamos enfrentando no país”, comentou.

Tendo tal perspectiva em vista, todas as reflexões do Congresso tiveram como pano de fundo o atual momento vivido pelo país visando estabelecer uma sinergia e uma proposta de ação do ISP olhando para a conjuntura do Brasil. Afinal, os assuntos debatidos não tiveram a pretensão de se esgotar em três dias de evento, mas sim despertar novos pensamentos para reverberar e se transformar em práticas cotidianas.

Análise da conjuntura

Os debates promovidos ao longo do Congresso tiveram como ponto de partida a plenária de abertura “O Brasil que temos e o Brasil que queremos: visões a partir da política, justiça e sociedade sobre a conjuntura atual”. À frente das discussões, Maria Alice Setubal, presidente do conselho consultivo da Fundação Tide Setubal; Átila Roque, diretor executivo da Anistia Internacional no Brasil; Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, e Oscar Vilhena, diretor da FGV Direito SP.

Para os especialistas, o cenário atual de polarização – que tem sido intensificado pela disseminação de informações via redes sociais – acirra as disputas e dificulta a capacidade de construir caminhos transformadores, a partir da tolerância e da escuta atenta ao outro, a fim de que vínculos sejam de fato estabelecidos.

Maria Alice Setubal lembrou que essa polarização é ainda mais fomentada pela baixa qualidade do debate, devido a pouca experiência e amadurecimento de participação dos brasileiros, que vivem uma democracia ainda muito jovem.

“Isso tem a ver com o desconhecimento nosso sobre como funcionam as instituições, qual a nossa história e como chegamos até aqui. Por isso, nós que atuamos no social temos um papel muito importante na qualificação do debate e no aumento do diálogo, trazendo mais reflexão e também dando voz para diferentes posições a fim de avançarmos. Se não, não vamos conseguir construir nada na direção de um país mais justo e necessário”, convocou os presentes.

Na avaliação dos debatedores, antes de qualquer análise sobre o Brasil atual, é preciso ter em mente a estruturação do país, que fomentou uma desigualdade profunda de diversas naturezas – econômica, social, racial, de gênero etc – e que isso nos constituiu enquanto sociedade. “A nossa identidade de sujeito se dá pela nossa posição na sociedade. Sei até onde eu posso ir ou não. É muito curto o nosso horizonte”, lembrou Oscar.

Essas desigualdades se aprofundam, em dois temas centrais que não podem ser negados e precisam ser encarados de frente para que a transformação no país de fato aconteça: o racismo e a violência. “Nós somos um país profundamente preconceituoso e violento, mas não gostamos de nos ver assim. No entanto, qualquer agenda de mudança no Brasil hoje vai ter que lidar com isso e radicalizar, ir fundo nas coisas, pois isso organiza e distribui o poder”, comentou o diretor da Anistia Internacional.

Segundo Átila, a igualdade percebida enquanto valor é um fenômeno muito novo e encontra enorme resistência na sociedade, pois o processo de socialização gerou uma naturalização dessa desigualdade. “Fomos educados a não nos vermos como sujeitos detentores do direito a ter direitos. Por isso, os direitos humanos são fundamentais no Brasil que queremos”, ponderou.

De acordo com Oscar, a Constituição de 1988 foi esse momento de repactuação num projeto utópico de uma sociedade mais equilibrada, porém, esse projeto de emancipação da sociedade brasileira ocorreu de forma desequilibrada e que é preciso novas posturas, inclusive fortalecer o papel da sociedade civil, que teve uma atuação muito intensa até então, mas tem se deixado de alguma forma capturar pela fascinação do Estado.

“Por isso, precisamos resgatar agora o lugar de autonomia e da independência em relação ao Estado e às empresas. Precisamos reconhecer os novos protagonistas e também ouvir os novos atores e forças que estão reivindicando o seu lugar de fala e que ainda não escutamos”, ressaltou Átila.

Os especialistas lembraram que as manifestações públicas que têm ocorrido nos últimos anos demonstraram a multiplicidade de vozes que querem se colocar frente às questões centrais do país e que é preciso estabelecer uma escuta de fato ativa junto a estes.

“Hoje temos a possibilidade de muitas outras vozes se apresentarem. Ficou claro nestas manifestações que as pessoas ressaltaram que os partidos não lhes representam, assim como as instituições. Estamos vivendo um momento em que as pessoas querem ter autoria. E a palavra tem poder. Muitos coletivos que não tinham a palavra porque não estavam sendo ouvidos pela mídia oficial acabam se colocando nas redes sociais. Não podemos ignorar isso. Mas é preciso qualificar o debate, como pontuei”, enfatizou Maria Alice Setubal.

Diante desse cenário, a conselheira da Fundação destacou que o ISP tem um papel fundamental de garantir maior coesão social e, para isso, é preciso investir no fortalecimento da sociedade civil. “Não só nos momentos de crise, mas principalmente nestes, se torna vital ter uma sociedade civil forte, consolidada e ativa. É preciso que o investimento social privado se debruce sobre isso a fim de termos uma sociedade mais democrática”, ponderou Ricardo Henriques.

Assim, lembraram os especialistas, é preciso estabelecer um equilíbrio entre a perspectiva de métricas e resultados – algo caro ao ISP – com a equidade, olhando a dimensão da mudança que se quer alcançar em médio e o longo prazo.

“As soluções técnicas do ISP que não trazem uma lente atenta ao outro correm o risco de consolidar soluções que têm baixíssima aderência no mundo real e capacidade de transformação. Precisamos produzir essa plataforma de aproximação de mundos pelo reconhecimento e pela força e valorização das diferenças”, pontuou o superintendente do Instituto Unibanco.

Para Maria Alice Setubal, o investimento social privado precisa perder a atitude arrogante de chegar às comunidades com respostas prontas, de quem sabe a solução para todos os problemas, e apostar na escuta verdadeira. “Como disse o Ricardo, o ISP tem que ir além da meritocracia e eficiência. Ela não é o nosso objetivo. O que queremos é o enfrentamento das enormes desigualdades que estamos vivendo”, ressaltou.

Outro aspecto fundamental nesse contexto pela busca da transformação social, destacaram os debatedores, é pensar em processos mais longos, com investimentos contínuos e permanentes, a fim de que os impactos de fato possam acontecer. Os presentes questionaram também se o caminho deve ser realmente a aposta em projetos próprios – algo que tem marcado a atuação dos institutos e fundações nos últimos anos – ou se é preciso de fato atuar em outras frentes, justamente para fortalecer as instituições que estão na ponta.

“A construção de um tecido social está cada vez mais frágil no Brasil, os recursos internacionais diminuíram e os investidores sociais, por conta de ter muito forte a questão dos resultados, acabam desenvolvendo suas próprias iniciativas com suas equipes, tem dificuldade de escuta e contribuem pouco para a sociedade civil que está na ponta. Porém, se mudarem a atitude, terão resultados muito mais eficientes”, avaliou

Na opinião de Oscar Vilhena, o papel das fundações e institutos não é ditar o que tem que ser feito na sociedade, “mas apoiar uma multiplicidade de alternativas para a solução dos problemas da sociedade”.

Os presentes lembraram ainda a importância da transparência e da avaliação nos processos e também da ampliação da cultura de doação no país.

Destaques

As discussões da plenária de abertura se refletiram nas diversas atividades que se seguiram nos três dias do evento e foram se aprofundando a cada novo debate estabelecido nas 18 sessões temáticas, que adensaram temas como transparência, direitos sociais, desigualdade, diálogo, alinhamento entre ISP e negócio, ambiente político-institucional, coinvestimento e negócios de impacto e políticas públicas.

O Congresso contou com vários momento marcantes, como a conferência especial de Darren Walker, presidente da Fundação Ford, nos painéis sobre governança colaborativa, a democracia no século XXI, a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre tantos outros.

Além dos debates, o evento contou também com o lançamento de ferramentas e produtos que visam fortalecer e qualificar a atuação do investimento social privado no país. Entre eles, o Painel GIFE de Transparência, os Indicadores GIFE de Governança, além da pesquisa “O alinhamento entre o investimento social privado e o negócio”.

Na avaliação do secretário-geral do GIFE, a edição 2016 do evento conseguiu construir uma conversa significativa sobre temas relevantes ao ISP. “Esse foi um Congresso em que, muito mais do que apenas compartilhar boas práticas, pudemos falar de questões críticas, dos desafios estruturais que temos para o campo e do que de fato pode fazer a diferença nesta sociedade. Isso trouxe muita densidade às discussões e uma energia muito boa, que repercutiu num ótimo engajamento do público”, avaliou Andre.

Construção colaborativa

Toda a riqueza dos conhecimentos e aprendizados compartilhados e adquiridos ao longo do Congresso GIFE 2016 ganharam ainda mais força e trouxeram concretude às ações do investimento social privado no Brasil, na última atividade do Congresso, no dia 1 de abril. A ideia foi convocar os presentes a colocarem seus pontos de vista, proposições e reflexões na mesa e, a partir daí, contribuírem para um posicionamento orientador para o campo.

O público teve a oportunidade de participar de uma das três salas simultâneas, que analisaram aspectos da relação entre ISP e sociedade, ISP e empresas e ISP e governo. Cada sessão teve a coordenação de um conselheiro do GIFE, com apoio de um facilitador convidado.

No debate sobre ISP e empresas, Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo e membro do Conselho do GIFE, fez uma provocação inicial para esquentar a conversa. A proposta foi discutir, a partir desta perspectiva, qual pode ser o papel das empresas para que o sentido público do ISP possa ser cumprido, além dos desafios e possibilidades que estão colocados nessas relações.

Para Beatriz Azeredo, a palavra-chave para as empresas deve ser “compromisso” com questões fundamentais, tendo em vista o atual contexto do Brasil e também o grau de amadurecimento do investimento social privado.

Entre estes compromissos, segundo Beatriz, o primeiro deles é fazer a “lição de casa”, garantindo a geração de lucro socialmente responsável, ou seja, pagar os impostos, minimizar o impacto ambiental, organizar a cadeia produtiva, estabelecer o relacionamento com os colaboradores etc.

O segundo é, mesmo neste momento de crise, manter o investimento social privado que já vem sendo feito. “Num país com o grau de desigualdade abismal que temos, é justamente neste momento em que a grande parcela da população, para qual trabalhamos, é a primeira a ser atingida. Assim, não podemos paralisar. Precisamos manter o terreno que foi conquistado”, apontou.

Na visão da conselheira do GIFE, as empresas também precisam construir o compromisso com a causa pública, garantindo mais equidade. Trata-se, portanto, de ao estabelecer a estratégia de ação do ISP, não definir apenas um tema ou território de atuação, mas analisar se a iniciativa está de fato pactuando com a causa pública maior daquele direito que está sendo violado.

Outro ponto fundamental é o compromisso com o fortalecimento da sociedade civil, tendo em vista a importância de termos no Brasil movimentos sociais fortes, conectados e alinhados com as grandes questões sociais.  Segundo Beatriz, neste ponto, é essencial que as empresas e o ISP avaliem qual o componente de doação que as instituições estão direcionando às organizações-chave da sociedade civil para além de seus projetos.

“Isso nos coloca num terreno de diálogo que tem muito conflito e, portanto, nos assusta. Mas, é tempo de enfrentar essa diversidade. É, inclusive, um passo para aprofundar o diálogo e trazer o diferente para perto”, disse.

A aproximação com as organizações da sociedade civil, inclusive, lembra Beatriz, traz um alerta para pensarmos no sentido verdadeiro da palavra “parceria”, a fim de que as organizações da sociedade civil não sejam apenas instituições operacionais para as iniciativas do ISP.

Outros compromissos ainda necessários a serem assumidos, destacou a conselheira do GIFE, diz respeito a garantir a perspectiva de longo prazo às iniciativas que precisam de tempo para conquistar resultados, assim como a importância da transparência e de processos e instrumentos que permitam disseminar e consolidar não apenas visões de passado das instituições, mas apontar os caminhos para o futuro.

“Por fim, uma questão que precisamos nos ater é a responsabilidade que temos no papel de financiadores. A entrada de um financiador numa agenda desequilibra o segmento, ao entrar e ao sair. Isso nos exige um compromisso de pensar muito bem o terreno em que estamos pisando. É um desequilíbrio que gera mudanças estruturais ou é uma desorganização?”, apontou.

Já no debate a respeito da relação entre investimento social privado e governo, “transparência” apareceu como a palavra de ordem. Para Denis Mizne, diretor-executivo da Fundação Lemann e conselheiro do GIFE que esteve à frente dessa reflexão, é preciso haver transparência de objetivos entre empresas e governos, lembrando que o momento atual pede essa postura por parte dos diversos atores sociais. “As organizações não devem atuar na lógica de meras prestadoras de serviços, mas precisam buscar construir sua intervenção na lógica da política pública”, falou.

Segundo o especialista, é preciso criarmos espaços de diálogo, debate e troca para a concretização de projetos sociais de empresas privadas em parceria com os governos. “O papel da sociedade civil é juntar-se ao Estado e dialogar. Se o que falta na esfera pública é inovação e novas ideias, dá para resolver essa lacuna juntos. O que não pode acontecer é os projetos privados substituírem as políticas públicas”, disse Mizne.

Em relação à articulação entre ISP e sociedade civil, que contou com a colaboração de Antonio Luiz de Paula e Silva, do Instituto Fonte, e Marcelo Furtado, diretor-executivo do Instituto Arapyaú e conselheiro do GIFE, a discussão girou em torno da dicotomia do setor, no qual 70% dos membros do GIFE operam projetos próprios, mas a maioria acredita que tal tipo de trabalho deveria ser feito por ONGs. “Então, por que essa receita não está chegando até elas?”, questionaram os especialistas.

Para Furtado, um só modelo de funcionamento – seja ele dominado por companhias ou entidades civis – não é o ideal, por isso o mais importante é equacionar a relação. Além disso, chamou atenção para o fato de que é preciso aumentar o número de doações no Brasil, e fazê-lo de forma correta. “Precisamos trabalhar para aumentar os recursos vindos de toda sociedade, pois é possível doar bem”, ressaltou no debate.

Indicações de futuro

Com base nas análises sistematizadas nos três grupos de trabalho, os membros do conselho de governança do GIFE trouxeram proposições para o investimento social privado no país atual, na plenária final: “O Brasil que podemos”. O secretário-geral do GIFE ressaltou que não se tratava de um encerramento, mas uma abertura para o trabalho que o ISP tem pela frente, de novos caminhos e ações para aprimoramento do campo.

Beatriz Azeredo aproveitou o momento para resgatar os pontos que haviam discutido no grupo sobre o papel das empresas no sentido público. Lembrou os compromissos que estas devem assumir, como a  responsabilidade social interna, a manutenção do ISP, a transparência, a perspectiva de longo prazo, o poder do financiador, o fortalecimento da sociedade civil, a aposta no risco e a atuação na causa pública.

Na plenária, Denis Mizne ressaltou que, diante da complexidade dos desafios do país, existe uma demanda maior de articulação dentro do próprio ISP, de criar um ambiente de colaboração, a fim de colaborar no desenho de políticas públicas efetivas que realmente dêem conta da extensão do Brasil.

“O ponto-chave é: quanto do nosso tempo passamos pensando efetivamente em políticas públicas, e não em implementação de etapas de projetos? Isso não dá pra medir no final do ano, não fica tão bonito no relatório anual, mas é fundamental para uma lógica mais colaborativa entre Estado, sociedade civil organizada e ISP. Se a gente for capaz de pensar de maneira mais estratégica e pensar uma relação mais aberta com o Estado, não só tentar resolver aqueles problemas específicos, temos uma chance muito maior de conseguir. Se formos capazes de criar mais desses espaços e construir novas respostas aos problemas do país, nosso investimento será muito mais efetivo”, ressaltou Denis.

Para finalizar, Marcelo Furtado também trouxe suas contribuições, destacando algumas palavras-chave em todas as conversas: “controle” – é preciso ter certeza que o recurso é bem utilizado e que o resultado está sendo atingido; “clareza de papéis” – entendimento de qual o seu papel nessa jornada; “confiança” – a relação é mais estimulada quando os atores têm maior confiança uns nos outros; “poder” – o investidor deve oferecer espaço para que outras agendas e outras maneiras de trabalhar possam aparecer; “risco” – as empresas devem assumir mais riscos ao investir em agendas mais complexas; “rede” – fazer sozinho é mais fácil, mas fazer junto ajuda a fazer mais e chegar mais longe; “resultado”: o que se espera é fazer um país e um planeta melhor; “transparência” – essencial no momento atual brasileiro; e “liderança” – necessidade de liderança para conduzir o processo de transformação, não no sentido tradicional de um indivíduo que é líder, mas de estabelecer seguidores.

Cobertura

O Congresso GIFE contou com uma cobertura ampla online das atividades. Confira na página do GIFE no Facebook, assim como no Twitter, com a #congressogife. Os vídeos de todas as mesas estarão disponíveis em breve no canal no YouTube.

Para ler as outras matérias do congresso, confira aqui.

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