BASF está no ranking das 100 empresas mais sustentáveis do mundo

A empresa BASF conquistou a 12ª colocação no ranking Global 100 Most Sustainable Corporations in the World, que aponta quais são as 100 grandes companhias com melhores práticas de sustentabilidade corporativa no mundo, publicado pela Corporate Knights, empresa canadense de assessoria em mídia e investimento.

Este é o segundo ano em que a BASF é selecionada pelo ranking e, nesta edição, configura-se como a empresa química com a melhor classificação. A primeira conquista foi em 2013, no qual ficou na 35ª posição.

Segundo Flavia Renata Tozatto, gerente de Sustentabilidade da BASF, o reconhecimento reflete os esforços da companhia em encontrar soluções para o desenvolvimento sustentável. “Indica que, mesmo com todos os desafios, estamos no caminho certo”.

A gerente destaca que a preocupação com as práticas sustentáveis já foi incorporada pela companhia há anos, inclusive antes mesmo de ganhar esta nomenclatura. Há 20 anos, a empresa assinou um compromisso com o Programa Atuação Responsável, criado pela ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), que visa desenvolver boas práticas nas indústrias químicas nas questões de saúde, segurança e meio ambiente.

A partir de 2011, a companhia fortaleceu este viés internamente com o lançamento global da sua nova estratégia de atuação: “Nós transformamos a química para um futuro sustentável”. No Brasil, esta nova perspectiva teve impacto direto, no qual a empresa tem buscado promover cada vez mais mudanças nos seus processos e produtos, visando a promoção do desenvolvimento sustentável.

Flavia Tozatto aponta que, uma das iniciativas de destaque, foi o lançamento em 2013 da CasaE – Casa de Eficiência Energética, com diversos outros parceiros, em São Paulo. A casa reúne, em um único espaço, tecnologias que atendem às demandas globais avaliadas pela BASF como grandes desafios para os próximos anos. Para a construção da CasaE foram implementadas diversas soluções e inovações da BASF, que atuam diretamente na redução do consumo de água, energia e emissão de CO2.

Além disso, o projeto vem apresentar respostas para questões fundamentais acerca do mercado da construção sustentável, como a rapidez dos processos, moradias mais acessíveis, a durabilidade dos materiais utilizados, seu reaproveitamento, e a saúde e conforto das pessoas que habitarão os espaços. As soluções implementadas na casa garantem uma economia de aproximadamente 70% de toda a energia consumida pela construção.

O espaço foi aberto ao público em setembro e, até o final do ano, já havia recebido a visita de mais de 2 mil pessoas. A CasaE conta com uma equipe de Sustentabilidade da empresa, que realiza visitas monitoradas para as escolas, universidades e demais interessados em entender os processos. A Casa é a 10ª no mundo elaborada pela BASF, mas a primeira em clima tropical.

Segundo a gerente, a proposta para 2014 é desenvolver mais iniciativas no espaço, em parceria com universidades e associações, a fim de promover palestras e debates a respeito da construção sustentável, sustentabilidade e inovação.

Cadeia de valor

Flavia Tozatto ressalta que a empresa busca trabalhar a temática da sustentabilidade junto aos seus diferentes stakeholders. Internamente, há dois anos são promovidos diversos workshops com colaboradores. Mais de 2500 pessoas que já passaram pelas atividades. A ideia é apresentar o conceito, explicar de que forma a empresa se posiciona frente a estas questões e como todos podem contribuir com a sustentabilidade.

Junto aos fornecedores, a empresa desenvolve uma iniciativa chamada Prêmio BASF de Excelência. Criado em 2008, o prêmio chegou à sexta edição no final de 2013, com a participação de 151 fornecedores avaliados e seis empresas premiadas. Entre os critérios de avaliação, há itens referentes à sustentabilidade, com base nos Indicadores Ethos.

Em relação à comunidade, a BASF conta com a Fundação Espaço ECO, que desenvolve ferramentas sobre ecoeficiência, como o jogo “Cidades Sustentáveis”. Lançado em 2013, trata-se de um material pedagógico que traduz, de forma lúdica e prática, o conceito de socioecoeficiência, promovendo reflexão em executivos e funcionários sobre o impacto das ações cotidianas das empresas e sua relação com a sustentabilidade.

O jogo propõe que o grupo cumpra a missão de recuperar cidades abandonadas para que se tornem novamente habitáveis, seguindo um modelo socioecoeficiente. O jogo foi construído a partir de casos reais como Balestrino, na Itália; Hashima, no Japão e São João Marcos, no Brasil.

A ferramenta de educação corporativa está disponível para contratação de diversos públicos, nas versões português, inglês e espanhol.

A BASF é associada GIFE.

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