GIFE busca elevar padrões de transparência no setor social

Com o compromisso de elevar os padrões de transparência e legitimidade no setor social, o GIFE mais uma vez divulga publicamente os princípios de sua iniciativa pela Transparência e Prestação de Contas, iniciada em 2011. Embora o foco, a princípio, fosse exclusivamente seus associados, o GIFE espera, agora, ir além da própria Rede e ser referência para qualquer organização social preocupada com práticas de boa governança.

De recomendações básicas até mais avançadas, o GIFE entende a Prestação de Contas de forma ampla e imprescindível para fortalecer as organizações da sociedade civil. Afinal, nesta era em que prevalece um clima geral de suspeição, a transparência poderá ser o grande diferencial das organizações sérias, pois a credibilidade é o seu maior ativo.

Desta forma, o GIFE recomenda a institutos, fundações e associações, de sua Rede ou não, que publiquem em seus websites, até 30 de junho de cada ano, as prestações de contas relativas ao ano anterior incluindo os itens:

Básicos:
• Missão e Objetivos Estratégicos
• Composição do(s) Conselho(s) – nome de cada integrante
• Composição da Diretoria e Equipe Executiva – nome de cada integrante
• Composição da Assembleia Geral (só p/ Institutos) – nome de cada integrante
• Relatório de Atividades (Ano Anterior)
• Demonstrações Contábeis e Financeiras (Ano Anterior)
• Parecer dos Auditores Independentes (Ano Anterior)

Avançados:
• Critérios utilizados para definição de beneficiários ou público-alvo
• Plano de Ação para o ano corrente
• Indicadores de Impacto e/ou Resultados Atingidos (Ano Anterior)
• Objetivos Estratégicos e Metas para os Indicadores (Ano Corrente)

Segundo a gerente de Advocacy do GIFE, Anna Cynthia Oliveira, ir além das exigências legais, como nesse caso, é um saudável exercício de autorregulação. “Acreditamos que, num primeiro momento, é possível a nossas associadas disponibilizar as informações mais básicas publicamente. Com a evolução da prestação de contas, o GIFE vai elevar as exigências e a complexidade do que deve ser divulgado”, garante.

Organizações que atuam em causas públicas não devem ter motivo para continuar ocultas. O esforço coletivo por mais transparência aumentará a percepção positiva que os cidadãos têm a respeito deste setor, tão fundamental em qualquer sociedade livre, plural, justa e democrática.

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