Instituto Beatriz e Lauro Fiuza chega à rede GIFE para ampliar seus horizontes

Vem de Fortaleza, Ceará, o mais novo associado GIFE. Com quatro anos de atuação, o Instituto Beatriz e Lauro Fiuza aposta especialmente na cultura e no esporte para transformar a realidade de crianças e adolescentes da quinta maior cidade brasileira. Seus projetos cruzam, ainda, com outras áreas do campo social, como assistência social, direitos humanos e educação.

Sua missão deixa claro o desafio e o desejo de contribuir com a formação cidadã de seu público beneficiário. “Buscamos formar seres humanos conscientes, capazes de conduzir as próprias vidas, através da produção de conhecimento e da ampliação de suas possibilidades no mercado de trabalho.”

Atualmente, cerca de 400 crianças e adolescentes participam do Programa de Música Jacques Klein e mais 200 fazem parte do Programa de Karatê Bushi No Te. A organização espera que, por meio desses dois projetos, considerados carros-chefes, consiga contribuir com o desenvolvimento de talentos e gere novas oportunidades para os alunos.

Ao longo de sua trajetória, foi se aproximando de parceiros – como a Fundação Carlos Pinheiro (FCP) e a própria Universidade Federal do Ceará (UFC) –  para ampliar sua atuação com crianças, adolescentes e suas famílias, especialmente nos bairros do Passaré, Henrique Jorge e José de Alencar da capital cearense. Até que chegou a hora de dar mais um passo em busca de seu fortalecimento institucional.

“Para nós do IBLF a entrada para o GIFE acontece em um momento de reflexão sobre nosso impacto no estado do Ceará. Trabalhamos com programas de garantia de direitos a crianças e adolescentes, com foco em educação de qualidade, música, esporte, cidadania, lazer e afeto. Nos propomos a contribuir para que nossa juventude em situação de risco possa construir novas perspectivas de futuro, quebrando com os ciclos de pobreza que estamos tão acostumados a ver. Queremos agora entender qual a relevância dos benefícios que oferecemos”, avalia Bia Fiuza, coordenadora geral do Instituto.

O momento parece realmente ser de transformação. O Instituto, que chega a beneficiar 15 mil pessoas por ano com ações de atendimento direto, tem se dedicado a produzir conhecimento e a fortalecer a cooperação e o trabalho em rede no Ceará – frentes de ação que, cada vez mais, ganham força no campo social.

Bia conta que é um desejo genuíno – e um processo em construção – o trabalho de refletir a prática do Instituto, além de apoiar e se beneficiar de redes comprometidas com o desenvolvimento do investimento social empresarial e familiar no Brasil.

“Queremos analisar a eficiência das nossas ações. E, especialmente, queremos refletir sobre nossa contribuição para uma mudança concreta na educação das nossas juventudes, ampliando nosso impacto. Não imaginamos que haja um grupo que reúna tanto profissionalismo quanto o GIFE, e estamos entusiasmados com o que iremos aprender nas trocas que viveremos aqui.”

Conheça

Para conhecer melhor o trabalho do IBFL, acesse o site da organização ou conecte-se com eles nas redes sociais.

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