Nova plataforma do Instituto Alana mobiliza a sociedade para temáticas sociais por meio do audiovisual

Já está no ar a nova versão da plataforma Videocamp, uma iniciativa do Instituto Alana e da produtora Maria Farinha Filmes, criada para conectar filmes transformadores a espectadores que buscam fazer algo para mudar o mundo.

No espaço, mais de 20 títulos entre documentários, longas, curtas-metragens e animações que dão luz à temáticas sociais e histórias inspiradoras, estão disponíveis para exibição pública, além de uma lista com mais de 100 outras produções indicadas pela curadoria da plataforma que podem ser acessadas em seus respectivos locais. Na pauta, questões como obesidade infantil, importância do brincar, consumismo, alimentação saudável, entre outras questões relevantes.

Carolina Pasquali, diretora de comunicação do Instituto Alana, ressalta que a ideia é que as instituições sociais possam mobilizar a sociedade para suas causas a partir das produções audiovisuais e, ao mesmo tempo, incentivar que esse material chegue cada vez mais a um número maior de pessoas interessadas nos temas. A proposta, inclusive, está presente no próprio slogan do Videocamp:  “uma plataforma de vídeos para quem quer ver o mundo mudar – mas não vai ficar apenas assistindo”.

Para garantir essa mobilização social, além dos filmes que podem ser, na sua grande maioria, assistidos na própria plataforma ou solicitados para exibição pública, a organização tem disponível no “Vamos juntos” informações extras e materiais de apoio sobre a causa. Assim, é possível ler pesquisas, publicações, reportagens a respeito da temática social abordada na produção, além de fazer uma doação, assinar uma petição ou até mesmo realizar a compra de algum produto. “Fizemos isso porque, normalmente, são filmes que mexem com as pessoas. Elas assistem e não querem mais ficar indiferentes, querem colaborar com a causa de alguma forma”, comenta Carolina.

Agora, nesta versão completa da plataforma, as pessoas e/ou organizações interessadas em realizar uma exibição pública do filme conseguem fazer a solicitação via Videocamp, inclusive assinando um termo de compromisso. A proposta é fomentar a organização de debates, rodas de conversas e muito engajamento no tema. Após a atividade, as organizações são convidadas a compartilhar os números sobre o evento: número de participantes, local etc.

Com isso, as produtoras cadastradas conseguem incorporar os resultados ao filme, além de terem acesso ao mailing das pessoas diretamente impactadas, a fim de estabelecer um contato mais próximo. As produtoras são responsáveis também por incorporar novos materiais e outras informações que acharem relevantes em suas páginas no Videocamp.

Na página da Maria Farinha Filmes, por exemplo, estão disponíveis os seguintes filmes e documentários: Território do Brincar; Tarja Branca; Quem? Entre muros e pontes; Muito além do peso; Bikes vs Carros; Criança, a alma do negócio; e Outro olhar – convivendo com a diferença.

Segundo Carolina, a expectativa do Alana é que mais produtoras se cadastrem gratuitamente na plataforma – são cinco atualmente – para ampliar o acervo do material.

E, para incentivar ainda mais o uso deste espaço, o novo filme do Alana “Começo da Vida”, que irá ao ar em março de 2016, será lançado respectivamente nos cinemas e no Videocamp. O objetivo é dar ainda mais luz ao tema e garantir que mais pessoas se mobilizem para a causa, incentivando, inclusive, que assistam também nos cinemas.

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