Quinta-feira, 22 de janeiro de 2004

Por: GIFE| Notícias| 22/01/2004

Criatividade em homenagem à capital

Cenas da paisagem paulistana estarão na mostra São Paulo: 450 anos – Arte em Diálogo. A exposição, que tem apoio da Fink São Paulo, traz obras de 27 artistas e estará aberta gratuitamente ao público a partir de domingo (25), às 10 horas, no hall de entrada da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), outra parceira do evento. Durante o coquetel de aniversário dos 18 anos da BM&F, no próximo dia 29, três obras serão leiloadas em benefício da Fundação Abrinq, entidade que atende cerca de um milhão de crianças em 14 projetos e programas distribuídos pelo País. Por sorteio, foram escolhidas as telas dos artistas Gregorio Gruber, Claudio Tozzi e Gustavo Rosa. As outras obras serão leiloadas em outubro, no 4º Leilão O Artista pela Criança. A renda obtida também será revertida para a Fundação Abrinq. A exposição ficará aberta até o dia 5 de março, sempre de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h. Visitas monitoradas podem ser agendadas pelo telefone 3119-2404 ou pelo e-mail [email protected] (O Estado de S. Paulo, 22/1 – Luciana Garbin).

Projeto encontra novas demandas

O projeto Estudante 10 – Fome Zero realizou, na manhã de ontem, em Palmas, a terceira distribuição de alimentos e sementes. Na ocasião, o coordenador estadual do projeto, Marcilon Martins dos Santos, revelou que os estudantes vêm detectando outras demandas das famílias, como emprego, assistência à saúde e educação para os filhos. O projeto Estudante 10 – Fome Zero tem como principal objetivo amenizar a fome de famílias necessitadas sem gerar o comodismo. A iniciativa é resultado de uma parceria entre a Universidade de Tocantins (Unitins), Governo do Estado, Fundação Jaime Câmara, Educon e Dact e conta com a participação de cerca de cem mil estudantes. (Jornal do Tocantins, 22/1)

O desafio do Fome Zero

Em artigo, o presidente do conselho de administração do Grupo Takano, Antônio Takano, cita o estudo A Iniciativa Privada e o Espírito Público do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), ao dizer que “”A responsabilidade social tende a crescer em empresas, institutos e fundações de capital particular””. Em 2001 a pesquisa já indicava que no Brasil, 59% das empresas com um ou mais empregados declaram realizar, em caráter voluntário, algum tipo de ação social para a comunidade. Das 782 mil empresas do País, 462 mil contribuem no campo social. Em 2000, essas 462 mil empresas investiram R$ 4,7 bilhões no social. Takano afirma ainda que “”a Nação mobiliza-se para transformar seu próprio destino””. Mostra como exemplo, o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), que congrega 61 organizações do terceiro setor que investem R$ 700 milhões nessa área. Ele afirma que esse engajamento tem que ser cada vez mais amplo, independentemente da política e do partido que esteja no poder. “”Solidariedade é a palavra-chave da redenção social do País””, conclui Antônio Takano. No Brasil, 59% das empresas declaram realizar algum tipo de ação social para a comunidade. (Gazeta Mercantil, 22/1- Antônio Takano)

Empresas, fundações e institutos citados nas matérias publicadas hoje:

  • Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)
  • Educon
  • Fink São Paulo
  • Fundação Abrinq
  • Fundação Jaime Câmara
  • Fundação Universidade do Tocantins (Dact/Unitins)
  • Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife).
  • Grupo Takano
  • Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea)
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