Fundação Iochpe lança Relatório Anual de 2017

 

A Fundação Iochpe apresenta o Relatório de Atividades 2017 do Formare, um programa de educação profissional para jovens de baixa renda. O relatório traz um balanço das ações desenvolvidas ao longo do último ano.

Um dos destaques é a nova proposta pedagógica implantada pela Fundação Iochpe em 2017. O Formare passou a adotar uma metodologia de desenvolvimento de competências, que integra teoria e prática num movimento de ação-reflexão-ação. Parte-se da constatação de que a educação profissional de jovens não pode ser pensada apenas como um processo de aquisição de informações. É um processo global e complexo. Nele, agir e refletir sobre a própria ação, e conhecer mais para intervir na realidade de uma forma transformadora, estão associados.

O ensino por competências visa contribuir para que os jovens estejam mais preparados para assumir uma postura ética, colaborativa, criativa e empreendedora, em ambientes instáveis como os de hoje, sujeitos a constantes transformações. “O desafio de inclusão social que enfrentamos no Brasil ainda é enorme. De acordo com o IBGE, em 2017 o país contabilizou 11,6 milhões de pessoas, entre 16 a 29 anos, que nem trabalham nem estudam, representando 25,8% do total da nossa população. Estes números são impactantes, e representam uma quantidade enorme de talentos que precisamos apoiar.” diz Claudio Anjos, Diretor Executivo da Fundação Iochpe.

Outra conquista do Programa Formare no ano passado foi a marca de 20 mil jovens capacitados em 29 anos. O programa encerrou 2017 com 1260 jovens atendidos por 40 empresas parceiras, em 67 unidades, distribuídas por 49 cidades, além de duas unidades no México.

“Depois de quase três décadas em que muito aprendemos sobre a educação técnica profissional e seu potencial de resgatar vidas, desenvolvemos esta nova abordagem pedagógica, mas mantemos sempre o foco num currículo orientado para o desenvolvimento de dois tipos de habilidades: as básicas, que preparam o jovem para todo tipo de trabalho, e outras destinadas à capacitação para uma ocupação específica, sempre ligada ao “business” da empresa que acolhe o Formare”, conta Evelyn Iochpe, diretora presidente da Fundação Iochpe. “E este movimento se projeta no trigésimo ano da Fundação Iochpe com um novo e importante desafio: entender como podemos colocar à disposição da escola pública o cabedal de conhecimentos gerados pelo Formare, em sua já respeitável caminhada”, completa.

Acesse

O relatório completo está disponível aqui.

 

Material produzido pela Fundação Iochpe

Notícias relacionadas