Movimento Escolas pelo Clima atua para engajar o setor da educação na agenda climática

A transmissão da Cúpula de Líderes sobre o Clima, evento organizado pelo presidente norte-americano Joe Biden em abril e que reuniu chefes de Estado de 40 países, incluindo o Brasil, lançou mais luz sobre as posições e intenções das nações no que se refere ao enfrentamento das mudanças climáticas.

Apesar da abundância de evidências que apontam para uma ameaça existencial para a humanidade e a natureza, a agenda ainda é tratada de forma refratária ou isolada, quando, na realidade, a crise pede a busca conjunta de soluções.

Pensando nisso, o movimento Escolas pelo Clima atua para conectar a área da educação ao tema. A iniciativa, que já possui 127 escolas signatárias, é uma realização do Reconectta, negócio social certificado pelo Sistema B especializado em auxiliar escolas a trabalharem a sustentabilidade como um valor em seu diferencial pedagógico e em sua cultura.

O projeto conecta mais de 14 mil educadores, disponibilizando curadoria de conteúdo sobre educação climática e dando visibilidade a escolas comprometidas com a temática. Para fazer parte dessa rede de transformação, a escola deve tornar-se signatária do movimento, o que pode ser feito gratuitamente.

As escolas signatárias recebem um kit institucional de comunicação e uma curadoria de conteúdos sobre educação climática, participam de uma comunidade com outras escolas signatárias, são convidadas para eventos sobre o tema e podem ganhar descontos e bolsas para formações especializadas.

Para participar é preciso representar uma instituição de ensino da rede pública ou privada de educação, de todos os ciclos e de qualquer cidade do Brasil, e se comprometer em incluir a temática das mudanças climáticas em pelo menos uma atividade pedagógica com os alunos e em uma formação de professores até o fim de 2021.

A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio de um formulário no site da iniciativa.

Notícias relacionadas

Apoio institucional