De olho na qualidade do ar

A conservação do meio ambiente e os impactos da degradação do solo, da água e do ar para a saúde do planeta não são assuntos de hoje. Desde a primeira conferência das Nações Unidas sobre o Clima (COP), em 1995, a comunidade científica vem alertando as autoridades sobre os perigos da poluição e a necessidade de leis de restrições e fiscalização de emissões de resíduos na natureza.  

De acordo com o levantamento O Estado da Qualidade do Ar no Brasil, trabalho organizado pelo WRI no Brasil, todo ano, mais de 50 mil brasileiros vêm a óbito por razões relacionadas à qualidade atmosférica. 

A publicação é o resultado de uma sistematização de estudos de cientistas e especialistas no assunto sobre a qualidade do ar no país e o impacto também na economia, na agricultura e em outros setores. Dados revelam que o país já dispõe de medidas legais para a gestão da qualidade do ar e o desafio consiste em criar mecanismos de segurança jurídica para a implementação dos padrões nacionais de qualidade. 

O trabalho foi realizado sob coordenação do WRI Brasil e contou com a participação de 14 especialistas do Conselho Internacional de Transporte Limpo Brasil (ICCT Brasil), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Instituto Saúde e Sustentabilidade (ISS), Instituto Clima e Sociedade (iCS), Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG), Instituto de Física da USP (IFUSP), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) e Universidade Federal Fluminense (UFF). Acesse a publicação.

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