Iniciativas sobre Primeira Infância serão reconhecidas pela Fundação Banco do Brasil e podem concorrer a prêmios

Categoria inédita compõe o Prêmio de Tecnologias Sociais que está com as inscrições abertas até o dia 12 de maio. Serão R$ 700 mil em prêmios

A primeira infância é a fase que compreende os primeiros seis anos de vida de uma pessoa. Estudos mostram que uma criança que vive em um ambiente vulnerável e sem recursos terá um desenvolvimento diferenciado, comparando-se com uma criança que se desenvolve em um ambiente com mais cuidados, atenção e afetividade. Mesmo nascendo com o mesmo potencial, essas duas crianças terão desenvolvimentos diferentes, de acordo com os primeiros anos de vida – determinantes para a evolução intelectual de cada uma delas.

A partir deste levantamento e atenta a esta realidade, a Fundação Banco do Brasil, idealizadora do Prêmio de Tecnologias Sociais, abriu uma categoria especial na edição deste ano. A categoria “Primeira Infância”  visa identificar tecnologias sociais que promovem ações de desenvolvimento infantil (linguagem, cognitivo, motricidade e socioafetividade), o fortalecimento de vínculos familiares e o exercício da parentalidade. A iniciativa de incluir esta categoria na premiação veio do Ministério da Cidadania, um dos parceiros da premiação em 2019.

A premiação

Para participar do prêmio entidades sem fins lucrativos como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da Sociedade Civil e órgãos governamentais, de direito público ou privado, legalmente constituídas no Brasil ou nos demais países da América Latina ou do Caribe devem acessar o regulamento e fazer a inscrição pela internet, através do site fbb.org.br/premio.

Além da premiação especial da Primeira Infância, o Prêmio também irá reconhecer iniciativas em outras quatro categorias nacionais: “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”; “Geração de Renda” e “Meio Ambiente”, outras duas premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia” e “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico,” e uma categoria Internacional, destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe, onde serão identificadas tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”, “Geração de Renda” e “Meio Ambiente”.

Os três primeiros lugares de cada categoria nacional e especial serão premiados com R$ 50 mil, 30 mil e 20 mil, respectivamente, totalizando R$ 700 mil em prêmios. Todas as instituições finalistas irão receber um troféu e um vídeo retratando sua iniciativa.

Nesta edição, o Prêmio conta com a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

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