Especialista sugere que ISP apoie projetos que sigam a lógica do uso eficiente e sustentável dos recursos naturais

A ‘mudança climática’ é tida como o maior e mais complexo problema ambiental da atualidade. Inundações, aumento no nível do mar, furacões, deslizamentos de terra, ondas de calor, escassez de alimentos, limitações de fornecimento de água potável são alguns dos impactos sentidos pela sociedade, principalmente dos centros urbanos que representam mais da metade da população mundial.

Segundo o Relatório Mudanças Climáticas e Cidades de 2017, feito pelo Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), organismo científico nacional, com a projeção de crescimento da população nas cidades de 5,6 para 7,1 bilhões de pessoas em 2050, só a produção dos materiais necessários para suportar esse crescimento resultará na metade das emissões permitidas de carbono, ou seja, cerca de 10 bilhões de toneladas a mais no ar, caso se pretenda atender à meta de limite máximo de aumento de temperatura média do planeta, que é de 2°C em 2100.

Os centros urbanos concentram a maioria dos ativos construídos e das atividades econômicas, fatores que fazem com que esses ambientes estejam altamente vulneráveis às alterações do clima. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) já apontava, em 2013, que as emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) seriam provavelmente a principal causa do aumento da temperatura desde meados do século XX e, portanto, as maiores responsáveis pelo desequilíbrio ambiental vigente.

As cidades brasileiras não estão livres da lista de vulneráveis à essas mudanças. Por isso, a urgente construção de estratégias de mitigação e adaptação para torná-las resilientes foram salientadas no relatório brasileiro, como o desenvolvimento de tecnologia, difusão, transferência de conhecimento e financiamento para respostas às mudanças climáticas, que podem complementar e melhorar a eficácia de políticas que promovem diretamente adaptação e mitigação.

Reconhecendo a importância e o impacto do tema no cotidiano, e o desejo de olhar com atenção aos desafios do século XXI, as discussões sobre o tema passaram a integrar o projeto ‘O que o investimento social privado pode fazer por’, ou seja, refletir sobre as contribuições do campo para esta nova agenda no Brasil.

Para Carlos Afonso Nobre, Ph.D. em Meteorologia e presidente do Conselho Diretor do Painel Brasileiro, seria essencial que o Investimento Social Privado apoiasse somente projetos que seguissem a lógica da ‘intensificação sustentável’, ou o uso eficiente e sustentável dos recursos naturais em outras dimensões e não somente a climática. Outros aspectos fundamentais também citados foram melhorias nos materiais didáticos de escolas de Ensino Fundamental e Médio; capacitação dos professores; e formação de lideranças políticas, empresariais, sindicais e da sociedade civil, com pleno entendimento dos riscos das mudanças climáticas e, principalmente, das inúmeras possibilidades de soluções para mitigação e adaptação que se tornam possíveis com novas tecnologias.

Para debater mais sobre o tema, o RedeGIFE realizou uma entrevista exclusiva com o especialista, marcando a segunda matéria da série especial sobre o projeto ‘Investimento social privado por’. Confira a conversa e também, ao final da matéria, um exemplo de investidor social que já tem apostado neste tema e realizado diversas iniciativas com este enfoque:

RedeGIFE – Como enxerga o papel dos investidores sociais na mitigação ou adaptação das mudanças climáticas no Brasil e no mundo?

Carlos Nobre – Mais e mais grupos de investidores começam a olhar seus portfólios de investimento também mirando o impacto finalístico de onde os colocam, e não somente olhando parâmetros financeiros como risco e lucro. Muitos deles, com carteiras de trilhões de dólares, deixam de investir na geração elétrica a partir de carvão e investem em geração com fontes renováveis. Esta mudança de política de investimento pode significar uma antecipação da geração elétrica a partir de combustíveis fósseis por uma década ou mais. Também no setor de agricultura no Brasil seria essencial que o investimento social apoiasse somente projetos sustentáveis em outras dimensões, e não somente a climática.

No Brasil, diferentemente da maioria dos países do mundo, onde o grosso das emissões advém da queima de combustíveis fósseis, elas provêm da agricultura e da expansão da fronteira agrícola pelos desmatamentos, principalmente da floresta Amazônica e do cerrado nas últimas décadas. Por outro lado, nossa agricultura, e especialmente a pecuária, tem enorme espaço para aumentar a produtividade e reduzir a área ocupada ao invés de aumentá-la, visando muito mais posse da terra do que produção e lucro.

É importante que investidores olhem para projetos que seguem a lógica da ‘intensificação sustentável’ da agricultura e pecuária, liberando áreas e investimentos para restauração florestal, criando mosaicos de paisagens sustentáveis com diversificação de produção, e investindo em modelos econômicos inovadores que valorizem nossa imensa biodiversidade. Isto é, uma paisagem não seria vista como uma vastidão de produção de um só produto como soja ou carne, mas de uma enorme diversidade de produtos, alimentando cadeias de valor por meio de bioindústrias locais e nacionais. Isto reduziria o grau de primarização da economia nacional e geraria indústrias, melhores empregos, renda e também lucros.

RedeGIFE – E no quesito energias renováveis?

Carlos Nobre – Esta é outra área onde investimentos devem ser dirigidos. Estamos muito atrasados na implementação de energia solar fotovoltaica, de fato a energia do futuro. A proposta de energia distribuída (nos telhados) e concentrada deve fazer parte do universo de qualquer novo investimento em infraestrutura em todas as escalas.

RedeGIFE – Quais são nossas maiores fragilidades e oportunidades quando pensamos neste cenário de mudanças climáticas?

Carlos Nobre – O Brasil é considerado mediamente vulnerável às mudanças climáticas, sendo que a vulnerabilidade é mais correlacionada com a capacidade de um país responder e se adaptar às mudanças climáticas do que propriamente à intensidade destas. Países pobres são os mais vulneráveis neste sentido, ainda que, adicionalmente, o grau de alteração do clima também é geralmente maior nos países tropicais e subtropicais, onde se concentra a maior parte das nações em desenvolvimento. Nossa maior fragilidade diz respeito à lenta e difícil adoção de políticas e ações de adaptação. Nossa maior oportunidade é que temos um enorme potencial de redução de emissões e de nos tornarmos uma das primeiras nações carbono-neutro, e mesmo como um sumidouro de carbono na segunda metade deste século.

Para tanto, urge reduzir os desmatamentos a zero em todos os nossos biomas, praticar a intensificação sustentável de nossa agricultura e transformar nossa matriz energética em uma matriz com predominância de energias de fontes renováveis, como a energia solar e a eólica.

Além disso, um modelo sustentável de agricultura poderá liberar imensas quantidades de terras para projetos de restauração florestal, e o reflorestamento pode ser um eficaz sumidouro de carbono por muitas décadas, num momento crítico para redução global do risco de o planeta superaquecer dentro do que preconiza o Acordo de Paris.

RedeGIFE – Você já afirmou em entrevista que nossa sociedade e economia não estão preparados para como conviver com extremos e minimizar os impactos das mudanças climáticas. Poderia citar, em linhas gerais, como poderíamos nos preparar para esta realidade?

Carlos Nobre – O Brasil tem tido grande protagonismo nas negociações climáticas desde seus primórdios na década de 1990, mas sempre no terreno de políticas globais para redução de emissões e aumento das assimilações de gases de efeito (a chamada mitigação das mudanças climáticas no jargão da Convenção Climática). A questão de adaptação à essas mudanças e aos seus extremos sempre ficou em segundo plano.

RedeGIFE – Quais exemplos seriam bons?

Carlos Nobre – Os extremos climáticos que causam desastres naturais, como chuvas intensas ou secas prolongadas, estão se tornando mais frequentes e mais intensos, e continuarão nesta toada por muitas décadas. Raramente se veem políticas públicas ou ações dos atores econômicos que aumentem a resiliência dos sistemas sociais a estas continuadas ameaças. Outro exemplo é a restauração de ecossistemas, especialmente de florestas, que não somente assimila carbono na biomassa, mas igualmente traz modificações no microclima de uma região, tornando-o mais ameno, regula o ciclo da água, reduz erosão e modera desastres naturais, sendo uma medida eficaz de adaptação da agricultura e da pecuária aos extremos climáticos.

RedeGIFE – Temos um Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima (PNA) que foi lançado em 2016. Que desafios ele apresenta?

Carlos Nobre –O Brasil precisa definir um Plano Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas com metas nacionais, regionais e setoriais, similarmente ao plano de mitigação com metas de redução das emissões até 2030, contidas nas chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs). Para começar, o correto é tratar de mudanças climáticas no plural e não somente da “mudança do clima”, que é mais diretamente ligada àquelas mudanças climáticas resultantes do aquecimento global. Temos várias causas de mudanças climáticas no Brasil, algumas, como o efeito de urbanização de grandes cidades, como São Paulo, que já modificaram o clima urbano de maneira radical. Também as mudanças de usos da terra causam alterações locais e regionais com impactos. Estas metas devem ser, assim como para as metas de mitigação, quantificáveis em sua maioria. Adaptar-se e tornar os sistemas sociais, econômicos e ambientais mais resilientes está intimamente relacionado ao grau de desenvolvimento de uma sociedade. Por exemplo, a capacidade de recuperação após um desastre natural é muito maior em nações desenvolvidas.

Assim, o maior desafio de adaptação é, na verdade, não o imaginar dissociado de uma agenda de desenvolvimento sustentável. Outro desafio é iniciar mudanças no marco legal e nas políticas públicas, de modo a facilitar medidas de adaptação. Por exemplo, as políticas de ocupação das zonas costeiras praticamente ignoram o inexorável aumento do nível do mar, ainda que esta seja praticamente uma certeza decorrente do aumento da temperatura dos oceanos e do derretimento das geleiras. Isto é, estamos transferindo o problema para futuras gerações ao invés de agir preventivamente agora. O maior desafio é talvez o de elevar a importância de adaptação na percepção de toda a sociedade brasileira.

RedeGIFE – Mesmo que sigamos 0 Acordo de Paris, do qual o Brasil é um dos signatários, quais as estratégias para colocar o elemento clima como tema central para planejar um desenvolvimento sustentável para o país? Como popularizar a questão das mudanças climáticas para além do que está no imaginário simbólico das pessoas, como derretimentos de geleiras ou influência na agricultura?

Carlos Nobre – O brasileiro é um dos povos que mais atenção presta à grande questão das mudanças climáticas e da urgência de enfrentar seus desafios, de acordo com seguidas pesquisas de opinião feitas com muitos países. Isto poderá servir para tornar mais efetiva a implementação de soluções, tanto no terreno da redução de emissões e aumento das assimilações de gases de efeito estufa – defendido pelas NDCs brasileiras, uma das mais ambiciosas entre todas as nações – como no ainda incipiente terreno de adaptação. Internacionalmente, grandes desastres naturais provocados por extremos climáticos têm sido importantes catalisadores de convergência na opinião pública sobre a urgência de combater essas mudanças.

Nos EUA, um dos países com o maior contingente de pessoas que ainda duvidam da seriedade do tema e da necessidade de ações urgentes, o número daqueles que concordam com ações de combate aumenta consideravelmente após furacões catastróficos. Gradativamente, a questão já é parte dos currículos de escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio, mas a qualidade do material e a capacitação dos professores podem ser aprimorados.

Um aspecto de formação ainda precisa ser reforçado, qual seja o de formação de lideranças políticas, empresariais, sindicais e da sociedade civil, com pleno entendimento dos riscos das mudanças climáticas, e principalmente das inúmeras possibilidades de soluções para mitigação e adaptação que se tornam possíveis com as novas tecnologias. Estas lideranças seriam facilitadoras para que tais soluções adquiram prioridade e sejam efetivamente implementadas.

Investimento social privado na prática: mundo próspero e de baixo carbono

O Brasil é atualmente o sexto maior emissor mundial de gases de efeito estufa (GEE). O país foi responsável em 2015 por 3,5% das emissões globais de GEE, segundo estimativas do Banco de Dados de Emissões para a Pesquisa Atmosférica Global. As informações são do Instituto Clima e Sociedade (iCS), que promove iniciativas e políticas estratégicas que assegurem o desenvolvimento próspero e de baixa intensidade em carbono e que, por meio do fomento de organizações e projetos da sociedade civil e de governos, busca engajar o setor filantrópico nas questões climáticas, servindo como uma ponte entre parceiros e outros atores.

Alice Amorim Vogas, coordenadora do Portfólio de Política Climática e Engajamento do Instituto, contou para o RedeGIFE como a organização tem trabalhado a temática com estratégias diferenciadas e como enxerga o papel dos investidores sociais privados na mitigação ou adaptação das mudanças climáticas.

RedeGIFE – Um dado exposto no site do iCS chama a atenção: apenas 1% de doação da filantropia é destinada à mitigação e adaptação das mudanças climáticas. O que o investimento social privado pode fazer para reverter este quadro?

Alice Amorim Vogas – Os investidores sociais privados têm um papel crítico em ambas agendas porque muito do investimento que precisa ser feito envolve uma experimentação e a produção de um tipo de conhecimento que, por vezes, nem o setor público (por questão regulatórias) ou o setor privado (pela demanda de gerar lucro) podem fazer. Existe uma demanda real no âmbito da implementação do Acordo de Paris de desenvolvermos um Plano de Ação de Gênero e Clima. Todos os países devem refletir sobre e avaliar como as políticas climáticas impactam as mulheres na prática e métodos de incorporar essa visão de gênero na formulação de novas políticas. Isso vale tanto para adaptação como para mitigação. Ou seja, o Brasil se comprometeu a restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Qual o impacto disso para as mulheres nas diferentes comunidades que serão afetadas quando essa política for implementada? A rigor, a academia pode ajudar muito com essa análise mas, muitas vezes, quem melhor sabe da realidade lá na ponta são as organizações da sociedade civil que atuam na localidade, a partir de um apoio ou parceria com o investidor social privado. Esse tipo de ‘estudo-ação’, voltado à solução de questões de interesse público, é o tipo de demanda que o campo climático tem e que não vejo ninguém melhor do que o investidor social privado apoiando.

RedeGIFE – Por que poderia, inclusive, assumir riscos?

Alice Amorim Vogas – Isso. A assunção de riscos é fundamental para a etapa em que estamos de ações de mitigação e adaptação à mudança do clima, que são temas menos maduros do que educação, saúde e assistência social, por exemplo, e um campo em franco desenvolvimento. O investimento social privado pode se dar mais ao luxo de experimentar o apoio a soluções que os demais do campo. Outro exemplo: precisamos descarbonizar a economia até 2050 e, para que isso aconteça, será gerada uma verdadeira dança das cadeiras do ponto de vista de mudanças do padrão energético, dos modais de transportes, dos empregos que serão necessários para viabilizar essa profunda transformação na economia. Vários investidores sociais privados trabalham com educação, ensino técnico e inserção no mercado de trabalho. Por que não incorporar essa visão dos empregos gerados pela economia de baixo carbono na estratégia de atuação? É claro que o Pronatec e outros programas de governo podem e devem fazer isso, mas numa velocidade em geral muito aquém do que o investidor social privado pode fazer. Infelizmente, não vejo ainda um movimento de aumento do investimento social para clima no Brasil. Mundo afora há um aumento dramático, mas parece que no Brasil essa agenda infelizmente não é priorizada, ainda.

RedeGIFE – O iCS tem trabalhado com a estratégia de aproveitar uma agenda de oportunidades transversais à temática, correto? O que seria?

Alice Amorim Vogas – Sim, hoje o iCS está trabalhando, por exemplo, com designers, a partir de uma iniciativa chamada What Design Can Do, para engajá-los no desenvolvimento de protótipos e soluções para problemas causados pela mudança do clima. Os designers querem contribuir para a solução de problemas de desenvolvimento global e nos últimos anos, por exemplo, trabalharam com a questão dos refugiados na Europa. Eles desenvolveram soluções que variavam desde repensar o espaço de acolhimento dos refugiados, melhorando o bem-estar, até aplicativos online para disponibilizar informação fácil sobre os principais serviços que os refugiados procuravam ao chegar num país. Nesse ano, o desafio é climático e mais especificamente sobre energia na região metropolitana de São Paulo. É muito bacana a experiência de troca, em que o iCS e nossas organizações parceiras apresentam os problemas e os designers pensam e prototipam as soluções. Esse tipo de exercício envolve um esforço de priorização, tradução das questões técnicas e de se colocar no pé do outro campo de conhecimento que é um super aprendizado.

RedeGIFE – E o que o Instituto tem feito em relação à promoção de empregos verdes, sistemas de transporte público, infraestrutura de mobilidade ativa e a energia limpa de baixo custo?

Alice Amorim Vogas – No campo do transporte público, apoiamos iniciativas de organizações como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) e a Purpose, que atuam junto ao processo de licitação de ônibus em São Paulo, fazendo advocacy e um diálogo construtivo para tornar esse processo mais participativo, transparente e que resulte na adoção de ônibus menos poluentes. Apoiamos ainda o Cidade Ativa e outros coletivos de mobilidade que promovem a caminhabilidade e uma melhor infraestrutura para os pedestres em diferentes cidades. No campo da energia, vale citar a atuação do International Energy Initiative (IEI) – Brasil, que lançou recentemente uma publicação superacessível ao grande público sobre geração distribuída e eficiência energética. Entendemos que o consumidor é um dos grandes beneficiários de medidas de eficiência energética, pelo peso que nossa ineficiência tem na economia doméstica de todos.

RedeGIFE – Em quais espaços o iCS está envolvido além da Plataforma F20 e por que?

Alice Amorim Vogas – Uma das iniciativas que estamos muito envolvidos diz respeito a chamada 2050 Pathways, ou Plataforma 2050, que visa colaborar com municípios, estados, empresas, fundações e etc. num exercício de desenvolver uma estratégia de longo prazo que incorpore os cenários climáticos e econômicos dos impactos da mudança do clima. Várias cidades já aderiram e desenvolveram suas estratégias e, para nós, pensar e planejar o futuro é fundamental para que possamos tomar as decisões do agora. Outro espaço que somos muito ativos é no Fórum Brasileiro de Mudança do Clima , que tem o mandato de criar espaços para reflexão e proposição da sociedade civil com relação a essa agenda, em articulação com as diferentes esferas do poder público. Espaços de diálogo multisetorial como esses, abertos e democráticos, são muitos valiosos para avançar na nossa agenda.

Dicas

Eventos, pesquisas e materiais

– Lançamento da pesquisa da Rede Nossa São Paulo sobre “A cidade e o meio ambiente”, no Sesc Interlagos, no dia 13 de junho, das 11h às 13h. Saiba mais no site da Rede.

Estratégia ODS nas Empresas: Soluções e Oportunidades, elaborado pela Rede Brasil do Pacto Global com a consultoria Global Reporting Initiative (GRI) – documento em inglês.

Integração dos ODS na Estratégia Empresarial – Uma Contribuição do Comitê Brasileiro do Pacto Global para a Agenda 2030 , elaborado pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), CPFL Energia e a Enel

O projeto

Além deste, outros sete temas compõem o projeto “O que o investimento social privado pode fazer por”, como água, equidade racial, direitos das mulheres, segurança pública, entre outros. Toda segunda-feira um novo tema será publicado, e todos os vídeos ficarão disponíveis no canal do Youtube do GIFE.

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