World Giving Index 2021 aponta os caminhos da cultura de doação no mundo

O World Giving Index, uma iniciativa da organização britânica Charities Aid Foundation (CAF), representada no Brasil pelo  Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social (IDIS), já entrevistou  mais de 1,6 milhão de pessoas fazendo três perguntas: você ajudou um estranho, doou dinheiro a uma organização social ou fez algum tipo de trabalho voluntário no mês passado?

Os pontos destacados na edição 2021 mostram os impactos da pandemia em países ocidentais que sempre lideraram o ranking, como Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Irlanda, além de outros locais que aparecem pela primeira vez no top 10 do ranking de generosidade, como Quênia, Nigéria, Gana e Uganda. O país mais generoso foi a Indonésia.

Com a pandemia, a pesquisa alcançou o recorde de pessoas que relataram ter ajudado um desconhecido em 2020: mais da metade (55%) dos adultos do mundo. O Brasil também atingiu seu recorde neste indicador, com 63% de brasileiros ajudando um estranho.

Outros números também chamam atenção: 26% dos brasileiros doaram para uma organização, o melhor número nos últimos cinco anos.

Ainda, o Brasil foi o 54º país mais solidário em 2020, subindo 14 posições em relação aos dados de 2018 e 20 posições em relação a sua posição média nos últimos 10 anos.

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